terça-feira, 26 de abril de 2011

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O medo cega os nossos sonhos.
Charlie Brown Jr.

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O tempo corre, a gente vai descobrindo jeitos de se proteger.
(Caio Fernando Abreu)

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O mais importante de tudo é manter a calma e respirar fundo. Você sabe que é difícil, mas passa.

domingo, 24 de abril de 2011

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Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perda de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça."

Caio F. Abreu

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Maybe



I'm strong
But I break
I'm stubborn
And I make plenty of mistakes
Yeah I'm hard
And life with me is never easy
To figure out, to love
I'm jaded but oh so lovely
All you have to do is hold me
And you'll know and you'll see just how sweet it can be
If you'll trust me, love me, let me
Maybe, maybe.


I don't want to be tough
And I don't want to be proud
I don't need to be fixed and I certainly don't need to be found
I'm not lost.

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Talvez eu passe um tempo longe da cidade. Quem sabe eu volte cedo, ou não volte mais.

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Olhe, não fique assim não, vai passar. Eu sei que dói. É horrível. Eu sei que parece que você não vai agüentar, mas aguenta. Sei que parece que vai explodir, mas não explode. Sei que dá vontade de abrir um zíper nas costas e sair do corpo porque dentro da gente, nesse momento, não é um bom lugar para se estar.  Dor é assim mesmo, arde, depois passa. Que bom. Aliás, a vida é assim: arde, depois passa. Que pena. A gente acha que não vai agüentar, mas agüenta: as dores da vida. Pense assim: agora tá insuportável, agora você queria abrir o zíper, sair do corpo, encarnar numa samambaia, virar um paralelepípedo ou qualquer coisa inanimada, anestesiada, silenciosa. Mas agora já passou. Agora já é dez segundos depois da frase passada. Sua dor já é dez segundos menor do que duas linhas atrás. Você acha que não, porque esperar a dor passar é como olhar um transatlântico no horizonte estando na praia. Ele parece parado, mas aí você desvia o olho, toma um picolé, lê uma revista, dá um pulo no mar e quando vai ver o barco já tá lá longe. A sua dor agora, essa fogueira na sua barriga, essa sensação de que pegaram sua traquéia e seu estômago e torceram como uma toalha molhada, isso tudo – é difícil de acreditar, eu sei – vai virar só uma memória, um pequeno ponto negro diluído num imenso mar de memórias. Levante-se daí, vá tomar um picolé, ler uma revista, dar um pulo no mar. Quando você for ver, passou.
Agora não dá mesmo pra ser feliz. É impossível. Mas quem disse que a gente deve ser feliz sempre? Isso é bobagem. Como cantou Vinícius: “É melhor viver do que ser feliz”. Porque pra viver de verdade a gente tem que quebrar a cara. Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu. Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível, que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva porrada, é passado pra trás, cai. Dói, ai, eu sei como dói. Mas passa.
Tá vendo a felicidade ali na frente? Não, você não tá vendo, porque tem uma montanha de dor na frente. Continue andando. Você vai subir, vai sentir frio lá em cima, cansaço. Vai querer desistir, mas não vai desistir, porque você é forte e porque depois do topo a montanha começa a diminuir e o unico jeito de deixá-la pra trás é continuar andando.
Você vai ser feliz.
Tá vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto de agulha? Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que tô falando a verdade. Eu não minto. Vai passar.
 
     — Caio Fernando Abreu

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Não há de ser nada. Isso acontece até com os melhores. Você não deve se desesperar. As coisas voltam a ser como antes.
(Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

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Se nossas linhas não fossem tão tortas não teriam se cruzado.

5.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

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Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções. Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero parar de me doar e começar a receber.

Caio Fernando Abreu

sábado, 16 de abril de 2011

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Há muito tempo eu estava em paz, estava tranquila.Estava indo muito bem até sua aparição.E foi cilada sem sentido, entrei na contra-mão.

Cilada- Jorge e Mateus

quinta-feira, 14 de abril de 2011

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Você pode dirigir com 16, ir para a guerra aos 18, beber aos 21, e se aposentar aos 65. Mas, qual a idade você tem que ter antes que seu amor seja verdadeiro? Já tive aos montes pessoas que não compensam esquentando a cadeira ao lado do cinema, o banco ao lado do carro e o travesseiro extra da cama. E nem por um minuto senti meu peito aquecido.A gente até engana os outros de que é feliz, mas por dentro a solidão só aumenta.Estar com alguém errado é lembrar em dobro a falta que faz alguém certo.
(Remember Me)

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Ainda bem que existem os amigos, para amar, abraçar,chorar, sorrir, cantar, escrever em recibos e tirar fotos bonitas. E a vida segue. Sua imaginação te preenche, e seus amigos te dão colo, Vodka e dias incriveis!

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Você nunca vai perceber o quanto gosta de alguém, até ver esse alguém gostando de outra pessoa.

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Na hora que você ligou eu tive vontade de dizer: vamos consertar tudo, tentar de novo, tive vontade de chorar, de gritar, mas saiu somente: se cuida, tchau.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

            Eu sei o quanto o amor é bom, e eu acredito nele. O que eu senti pode até não ter sido amor de verdade, mas chegou muito próximo disso, eu tenho certeza. Eu sei o quanto ele é importante, o quando ele nos faz feliz, e nos entristece também. Sei que se o mundo fosse dominado por amor, não seria como é hoje, ou melhor, tenho certeza disso.
Eu acredito no amor, sei que posso senti-lo por alguém especial, talvez de novo e com mais intensidade. Mas hoje, ele não me domina, acho que meu cérebro tem mais poder sobre mim do que meu coração. Não sei o quanto isso é bom ou ruim, talvez eu ainda vá descobrir.

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               Eu não posso garantir que eu vou saber me levantar sempre que cair, e nem que vou conseguir concertar meus erros. Mas, tentar, eu vou sempre.

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Perdi, e digo: sei aonde perdi – e não tenho coragem de voltar pra buscar.

domingo, 3 de abril de 2011

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         Mas eu a conheci, e é isso que torna minha vida atual tão estranha. Eu me apaixonei por ela enquanto estávamos juntos, e me apaixonei ainda mais nos meses em que ficamos separados.
Nossa história tem três partes: um início, um meio e um fim. Embora seja assim que todas as histórias se desenrolam, ainda não consigo acreditar que a nossa não durará pra sempre.
Reflito sobre essas coisas, e como sempre, nosso tempo juntos retorna a minha mente. Relembro como tudo começou, pois agora essas memórias são tudo o que me resta.
                        (Querido John)

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      Você não pode sentir nada que seu coração não queira sentir.



 Broken Strings- James Morrinson

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            Sou desconfiada, mas acabo sempre acreditando nos outros. Já fui usada, já usei, já fiz chorar, já chorei. As vezes sou cruel, falo pra machucar de propósito, as vezes sou mau, as vezes chego a ser péssima, um tanto horrorosa. As vezes sou legal. Tão legal que chego a ser besta. Quando gosto de uma música o repeat fica ligado por umas três semanas. Sou exagerada! Muitoooooo exagerada! Nunca quebrei um osso, mas já quebrei muito a cara. Não sei contar piada, mas gosto de fazer as pessoas rirem. Tenho receio da solidão, medo de rejeição e pavor de envelhecer. Não sei perder, mas disfarço legal. Gosto de ser paparicada, sou muito orgulhosa, tenho reações imprevisíveis, mas tenho um bom coração. Desanimo facilmente quando não vejo resultados, canto pra ficar feliz e até finjo estar pra não entristecer quem está por perto. Emburro quando não estou satisfeita. Sou muito ciumenta e poderia ser mais. Não aceito palpites pelo acaso de quem não sabe como vivo e como faço pra sobreviver. Posso dizer que sou minha maior crítica. Alguns diriam que sou muito séria e brava… Outros me acham uma tremenda palhaça. Não sou uma pessoa de meio termos… Sou de extremos… Ou eu amo ou eu odeio… Sei disfarçar muito bem. Sou complicada, difícil de aturar, mas garanto que vale a pena. Admito, sou meio esquentada, mas dá pra levar fora tudo isso. Uma garota carismática, cômica, e claro: dramática! Por vezes carente outras estúpida. As vezes apática, na maioria simpática. Sempre modesta! Nem sempre de bem com a vida, mas eternamente apaixonada por ela. Gosto de reticências… Odeio pontos finais. Pontos finais são chatos… Reticências são complicadas.