sexta-feira, 27 de novembro de 2009


Uma das coisas que eu mais gosto de fazer é adiar as coisas. Me distraio com coisas simples, com o vento na porta já imagino mil coisas e mil histórias percorrem o meu pensamento numa velocidade tão rápida que se fosse uma fala ninguém conseguiria entender. Talvez seja por isso que ninguém me entenda. Eu adoro ficar sozinha com os pensamentos. Eles são como amigos imaginários que nunca me deixam só,me fazem viver uma fantasia e esquecer da realidade e de todos os problemas que me rodeiam.
É por isso que eu adio as coisas, deixo tudo para a última hora. É uma forma de viver a adrenalina de conseguir fazer tudo a tempo na última hora. Agora por exemplo, eu escrevo esse texto, vejo o que passa na televisão, me caso e tenho três filhos lindos com Josh Duhamell ou Taylor Lautner e penso que deveria estar estudando para os testes finais do colégio. Tudo ao mesmo tempo, só não faço o que deveria fazer.

beijo beijo


Batons, e toalhas jogadas pelos cantos do quarto, o relógio do meu celular marca 6:00 AM e eu olho no espelho, vejo meu cabelo todo úmido e desgrenhado por ter ido dormir com a toalha enrolada nele, e meus olhos arregalados de forma extremamente involuntária com essa maldita alergia, tenho que sair sem meu sagrado lápis de olho. O problema não é esse, está calor demais lá fora e eu ainda não entendo porque eu vou à aula aprender o que é espelho côncavo ou convexo, ou então discutir sobre a regra de três para descobrir uma porcentagem de população indiana. Sei lá, eu olho para minha apostila geral na minha cama e penso por que nos tratam como robóticos tendo que copiar matérias que nunca usaremos e mesmo assim nossa vida escolar depende delas, enquanto sabemos calcular aquelas raízes quadradas horríveis (ok, eu não sei, porque sou péssima!), nós não sabemos a formula para a igualdade e o amor. Alias, muitos não sabem nem quem realmente são ou onde querem chegar, apenas tem preconceitos com os meninos analfabetos no farol, com os deficientes tentando subir calçadas. Se orgulham por ter boas notas ou usar as melhores maquiagens. E depois? E se tirarmos a casa imensa e a boa comida? Ou aquele celular ultima geração? E aquela apostila maldita que garante nosso presente e futuro? O que resta dessas pessoas? O que resta de todas as fórmulas necessárias para saber de tudo e ao mesmo tempo não saber nada? O lápis de olho continua intacto no guarda roupa, as toalhas jogadas, e o calor mortal ainda permanece lá fora, mas eu sei que as respostas na estão vagando por folhas encadernadas ou na popularidade. A resposta disso tudo está nas pessoas lá fora, no própria motivo para todas as perguntas.


beijo beijo

domingo, 22 de novembro de 2009



Um ano. 365 dias para ser feliz. 365 coisas podem acontecer. Esse ano eu entrei para o penúltimo ano escolar, arrumei um namorado, fiz novas amizades, ganhei muitos presentes, fui a muitas festas e fiquei estudando em casa no domingo a noite, ganhei vizinhos novos barulhentos, ganhei e perdi alguns quilos, acompanhei a gripe suína, a morte de MJ e muitos outros casos, vi muitos filmes no cinema e perdi tempo de vida vendo televisão, escutando coisas bestas, acreditando em palavras invejosas e brigando com quem eu amava, perdi tempo ou melhor, tempo demais por coisas que não valiam a pena...mais como o ano ainda não acabou, ainda tenho muitos dias para aproveitar. Que venha o natal!


beijos beijos

segunda-feira, 2 de novembro de 2009



Agora é diferente. Estou bem e feliz assim. Ao contrário do que eu vivia quando esperava todos os dias pelo seu abraço de bom dia e boa noite.
Aos poucos tudo vai voltando ao normal, do jeito que era antes de misturarmos razão, emoção e coração. Agindo pela razão vamos seguindo. Desse jeito tá perfeito... Tranquilo... E eu? Ah, já disse, estou MUITO bem assim.
Ainda não estou acostumada com mudanças. Preciso me acostumar com elas, pois parece que serão constantes agora.

beijo beijo