segunda-feira, 2 de maio de 2011

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Hoje sonhei um sonho que parecia real. Você estava ali, no canto daquela mesa que eu olho agora, tomando sua xícara de chá e falando das mesmas coisas de sempre. Isso não me incomodava. Eu estava com um sorriso radiante no rosto por te ter, e você parecia feliz por me ver feliz. Seu peito parecia acolhedor; parecia o local certo para eu encostar meu rosto e derramar algumas lágrimas, caso fosse necessário. Seus olhos chamavam os meus, e sua boca parecia suplicar pela minha. Sonho. Depois de algum tempo começamos a discutir por algum motivo que eu não me recordo. Nossas mãos estavam em constantes movimentos e você estava alterado. Eu gritava e você tentava gritar mais ainda. Não era esse o cara que eu conhecia. Você tentava se sobressair naquela briga a qualquer custo. Até que com palavras severas fez com que uma lágrima escorresse por meu rosto. Uma seguida de milhares. E então foi diminuindo o tom de voz e se aproximando de mim. Eu não sabia qual reação esperar; eu não sabia qual atitude tomar, até que você me puxou pra perto de você, acolheu meu rosto em seu ombro e disse: “Eu sei que uma simples ‘desculpa’ não fará com que você se esqueça de tudo que aconteceu aqui hoje, mas por favor, não se esqueça que eu gosto de você com a mesma intensidade de sempre, e você continua sendo o motivo pelo qual eu acordo sorrindo”. Era sonho

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